Para lembrar aqueles que nem coiso, nem coiso e que só primaram por acabar com o que de bom foi criado pelo Voluntariado Riomaiorense e, também aqueles que abarcaram o projecto desportivo mais inovador de sempre em Rio Maior, o malogrado CADEC, que a política se encarregou de enforcar....


7 comentários:
Quantos de nós tinham conhecimento ou se lembravam desta matéria?
Aguardo comentários...
o 3º texto não abre e não se consegue ler
Muito rapidamente, uma resposta condigna:
- Aqui ninguém é escravo de ninguém, como tal, "Se faz favor" e "Obrigado" são indispensáveis para que os pedidos se concretizem, ok?
- Anónimos não conheço e assim sendo, até que se identifique, com ou sem a boa educação referida em cima, garantidamente que não verá o seu pedido atendido.
Entendidos?
Espero que sim!
Os meus melhores cumprimentos
Rogério
Ok Sapatilhas desculpe!
Se fizer o favor gostaria que pudesse alterar o 3º texto de forma a que o pudéssemos ler. Parece-me importante e como vivi esse tempo gostaria de recordar com documentos factuais.
Obrigado!
Desejo que o blog tenha a maior participação e sucesso.
Os meus melhores cumprimentos
MD
Caro MD,
agradeço o seu interesse quanto ao blog e a humildade demonstrada no seu último comentário.
Quanto ao seu pedido, o que lhe posso dizer é que não consegui "dar a volta" ao documento referido e, como tal, é impossivel lê-lo, tal como se encontra postado.
Assim, sugiro que guarde a imagem no seu computador (Lado direito do rato/Guardar imagem).
Assim, já conseguirá ler o texto.
Não me leve a mal o texto do parêntesis.
Achei por bem colocá-lo, pois alguns de nós (eu incluído), não dominam totalmente este animalzinho chamado computador.
Continue com esse interesse e desejo de participação.
Abraço
Sr. Sapatilhas, já que é inexperiente em matéria de blogues, deixe-me que lhe diga: com essa "simpatia" toda não leva este blogue muito longe...
Diz que não conhece anónimos. Muito bem!
Se eu disser que me chamo Cecília, por acaso fica a saber quem eu sou?
Não, Sr. Sapatilhas, não fica. Sabe porquê? Porque eu não me chamo Cecília. Chamo-me Alexandra!
Mas posso dizer que me chamo Cecília, não é? E então? Já publica o comentário?
Sim senhor, é de publicar, ela é a Cecília... e afinal de contas até posso não ser nem uma Cecília nem uma Alexandra mas... ser um Mário!!!
E por acaso já reflectiu sobre quem poderão ser os tais anónimos (com nome ou sem ele) que no futuro deixarão aqui os seus comentários?
Imagine que por qualquer razão vinha aqui o Presidente da República deixar o seu comentariozinho, mas em que, por razões óbvias, não convinha deixar cá o nome, e então optava por deixar um comentário anónimo...
Olhe que rica recepção lhe dava!!
Confesso-lhe que tenho dificuldade em por vezes aceitar os anónimos, mas apenas quando estes se refugiam na capa do anonimato para lançar farpas.
Parece-me que não foi o caso do anónimo que deixou aqui o seu comentário. Falando portuguesmente, ele simplesmente constatou um facto, que também eu constatei, porque também tentei ler o texto e não consegui. E deixe-me que lhe diga: não teve nada de mal educado (ele, o anónimo).
Já agora... O Sr. Sapatilhas acha que vale mesmo a pena publicar um texto que não se consegue ler?
E já agora (II)..., qual foi o seu problema com o AD e a menina de cor-de-rosa? Não me diga que aplicou a censura política!?...
Desde que tive conhecimemto deste blogue que o acompanho diariamente, como aliás acompanho outros blogues, nos quais (especialmente num) tenho uma intervenção bastante activa.
E digo-lhe: é a primeira vez que encontro um dono do blogue com tanta falta de... senso!
E eu, com vontade de não voltar!
Vamos lá ver se o Sr. Sapatilhas tem coragem de publicar este meu comentário (ou deixá-lo publicado).
Eu, da minha parte, estou-me borrifando que o Sr. Sapatilhas me fique odiando. Mais um, menos um..., e aqui já vão dois!
Boa Noite.
P.S.: Nem lhe passe por essa cabecinha que eu sou o anónimo MD. Ok?
Cecília,
permita-me que responda ao seu comentário, o qual, devo dizer, me deixou espantado, pela inoportunidade que revela, além de que me levou a questionar-me seriamente se aquilo que eu considero uma boa iniciativa, que foi a criação deste blog, terá razão de ser quando esse espaço é utilizado para manifestações claras de má educação ou para ataques pessoais, como foi o seu caso, vá-se lá saber com que intuito.
Antes da resposta, gostaria de lhe explicar o porquê do aparecimento do blog, por achar que isso será pertinente para que perceba o que escreverei mais à frente.
O “Nós, os do Desporto” surgiu, por iniciativa minha, após um encontro de antigos alunos da opção de Desporto, da Escola Secundária de Rio Maior, ao dar-me conta que o encontro anterior tinha acontecido à praticamente 4 anos atrás.
E o que escrevi no seu cabeçalho e que encontra transcrito em baixo, retrata o que pretendia, que era, fundamentalmente, amenizar a distância temporal entre encontros e, claro, disponibilizar recordações de tempos idos.
“Espaço de uma rapaziada fixe, com uma afinidade comum, o Desporto, entre outras, no qual se pretende, acima de tudo, manter o contacto entre todos, bater uns "papos" acerca do que nos vier à cabeça e, claro, na medida das possibilidades, disponibilizar recordações.”
Nas mensagens iniciais que enviei para os contactos disponíveis, expliquei o porquê dessa iniciativa e, devo também dizer, ao criar o blog, podia ter restringido o seu acesso, conforme certamente sabe, mas entendi que isso não fazia qualquer tipo de sentido, pois além dos contactos iniciais, muitos mais antigos colegas haveriam de gostar de a ele aceder, assim como familiares e amigos.
Feita esta introdução, que repito, a ajudará a perceber os meus argumentos, vou então responder-lhe, parágrafo por parágrafo, ao seu comentário.
1) Sr. Sapatilhas, já que é inexperiente em matéria de blogues, deixe-me que lhe diga: com essa "simpatia" toda não leva este blogue muito longe...
O único, em que sendo honesto, lhe reconheço alguma razão, porque realmente além de consultas a alguns relacionados com futebol, nunca tinha andado por estes "caminhos".
Quanto à simpatia de que me acusa, deixe que lhe diga que antes de publicar o comentário resposta a “Anónimo”, já lhe tinha respondido através do noreply-comment@blogger.com>, solicitando aquilo que leu em “PORQUÊ” e que levou a este seu comentário.
Qual não foi o meu espanto, quando vejo o mesmo comentário, que inicialmente tinha sido enviado para o meu endereço de correio electrónico, postado no blog.
Achei despropositado, daí ter colocado o comentário.
Devo dizer-lhe, que mesmo num espaço como este, um pouco de boa educação não fica mal, antes pelo contrário, como o “Anónimo”, posteriormente identificado como “MD”, acabou por reconhecer, num comentário posterior.
E deve ter reparado também, que o meu comentário seguinte foi um agradecimento à humildade revelada nesse comentário.
Claro que essa boa educação destoará daquilo que a Cecília e outros da mesma índole instituíram como regras neste tipo de espaços.
Resta-me acrescentar, quanto a este primeiro parágrafo, que posso não ter sido simpático, mas de falta de educação penso não poder ser acusado e que o último comentário de “AD” me deu razão, até porque, repito, aqui ninguém é escravo de ninguém.
2) Diz que não conhece anónimos. Muito bem!
Se eu disser que me chamo Cecília, por acaso fica a saber quem eu sou?
Não, Sr. Sapatilhas, não fica. Sabe porquê? Porque eu não me chamo Cecília. Chamo-me Alexandra!
Mas posso dizer que me chamo Cecília, não é? E então? Já publica o comentário?
Sim senhor, é de publicar, ela é a Cecília... e afinal de contas até posso não ser nem uma Cecília nem uma Alexandra mas... ser um Mário!!!
Quanto a este, o que é que eu posso dizer?
Apenas que, para que seja seguida uma certa “linha editorial”, é para mim conveniente que não hajam anónimos, isto para que os comentários tenham sequência lógica, por ser mais fácil elaborar uma resposta para o indivíduo X, do qual já se conhecem referências, do que para o “Anónimo”.
É que anónimos, neste contexto, são todos aqueles que não me dão nenhuma indicação quanto à sua identidade.
Quando escrevi o que escrevi, não era minha intenção conhecer a verdadeira identidade do “Anónimo”, a qual continuo a desconhecer, mas, em contrapartida, fiquei a saber que o indivíduo em questão era o “MD”.
Eu, por exemplo, não me chamo Sapatilhas, como deve calcular.
Se como diz, segue diariamente o blog, já sabe o meu verdadeiro nome e até já viu a cara em algumas fotografias.
Agora imagine que eu deixava um qualquer comentário, na qualidade de “Anónimo”?
Como é que conseguia enquadrá-lo com outros colocados anteriormente?
A sua confusão terá eventualmente a ver com o facto das minhas palavras a terem levado a pensar que eu estaria a querer saber o nome verdadeiro da pessoa. Quando não é isso o pretendido, pelo que já expliquei atrás.
Aliás, de que me serviria saber o nome, se num espaço como é um blog, não o consigo associar a uma pessoa, a não ser nas excepções que têm a ver com a minha explicação inicial?
É como a Cecília, Alexandra, Mário, ou seja quem for, diz quando escreveu que aqui se pode ter um nome qualquer.
3) Imagine que por qualquer razão vinha aqui o Presidente da República deixar o seu comentariozinho, mas em que, por razões óbvias, não convinha deixar cá o nome, e então optava por deixar um comentário anónimo...
Minha cara, o PR, como entidade máxima da Nação, merece-me o maior respeito, acredite, mas isso não invalida que deixe de ser educado, mesmo que num espaço como este, em que ao que parece, há regras próprias, que tal como escrevi anteriormente, eu não sou obrigado a aceitar, especialmente por elas colidirem com o que ensinaram e com aquilo que eu transmito aos meus filhos.
Creio, no entanto, que o PR, numa situação semelhante, teria o bom senso de se retractar, tal como “MD” fez, pois a boa educação fica bem a todos, inclusive em espaços como este.
Se seria uma boa recepção?
Penso que já respondi anteriormente.
4) Confesso-lhe que tenho dificuldade em por vezes aceitar os anónimos, mas apenas quando estes se refugiam na capa do anonimato para lançar farpas.
A fim de precaver esse tipo de situações, tratei de activar a moderação de comentários.
Agradeço-lhe o alerta que me deu, embora não o tenha feito de forma directa.
Esta minha resposta enquadra-se também naquilo que escrevi no início, quando afirmo não ter restringido o acesso ao blog.
5) Parece-me que não foi o caso do anónimo que deixou aqui o seu comentário. Falando portuguesmente, ele simplesmente constatou um facto, que também eu constatei, porque também tentei ler o texto e não consegui. E deixe-me que lhe diga: não teve nada de mal educado (ele, o anónimo).
Já agora... O Sr. Sapatilhas acha que vale mesmo a pena publicar um texto que não se consegue ler?
Parcialmente respondido este parágrafo, com aquilo que escrevi em 2), devendo acrescentar que essa constatação já tinha sido por mim alertada aquando do aviso de nova mensagem postada, para os endereços de que disponho, como penso poder ser comprovado por si.
Quanto ao não ter tido nada de mal-educado, deixe que lhe diga que é a sua opinião e que vale o que vale.
Acrescento que, pelo menos aparentemente, os nossos conceitos quanto a esse assunto colidem um tudo nada e torno-lhe a repetir que mesmo que este tipo de espaços tenha regras próprias instituídas por catedráticos na matéria como parece ser o seu caso, relativamente a coisas tão simples como o “por favor” e o “muito obrigado”, isso não conduz à minha descaracterização nesse aspecto.
Quanto ao “vale mesmo a pena publicar um texto que não se consegue ler?”, acho que, mais uma vez, a razão me assiste e eu passo a explicar, com toda a paciência deste Mundo.
Recorda-se de eu ter referido, em algumas ocasiões, o ter enviado mensagens para os endereços de correio electrónico de que dispunha?
Certamente que sim.
Pois bem, naquela que enviei a propósito da mensagem PORQUÊ?, referi que não tinha conseguido dar a volta ao texto em questão e, assim sendo, aconselhava quem tivesse interesse em lê-lo, que a guardasse no computador, para assim a conseguir ler.
A Cecília recebeu essa mensagem?
Claro que não!
Mas viu a mensagem e gostaria de a ler, não é verdade?
Claro que sim!
Então faça o que fez o “MD”…
Mas temos um problema, não é, Cecília?
Ou será que é Alexandra?
Ou será que é Mário?
O problema é que foi decretado por si e por outros no seu estilo, que o “por favor” e o “muito obrigado”, não fazem sentido, pelo menos neste contexto.
Mas, problema resolvido, se realmente faz assim tanta questão de ler o texto, pois já lhe dei a dica anteriormente e em resposta a “MD”.
Diga lá, sou ou não, contrariamente àquilo que afirma, um sujeito simpático?
Passe a presunção, sou mesmo.
E já agora, porque é que não faz aquilo que lhe sugeri em tempos?
Envie-me o seu endereço e eu torno-a colaboradora do blog.
Assim, a sua colaboração era realmente mais efectiva, pela possibilidade de colocar a s suas próprias mensagens, a fim de serem lidas por todos nós.
Como diz o outro, no seu caso seria mais blog, menos blog.
Fica a sugestão…
Ou será que agora já não é Alexandra, mas sim Mário?
Pois é, a tal coerência que é necessária para que eu consiga dar respostas consoante as identidade das pessoas para que penso estar a escrever.
Ou se é Cecília, ou Alexandra, ou Mário, ou PR, ou CC, ou MD.
Nunca “Anónimo”!
6) E já agora (II)..., qual foi o seu problema com o AD e a menina de cor-de-rosa? Não me diga que aplicou a censura política!?...
Problema? Que problema é esse de que fala, Cecília?
Leu algum comentário que fosse, positivo ou negativo, da minha parte, relativamente ao comentário de “AD”, ou, relativamente à menina de cor de rosa?
Garantidamente que não!
E se eu lhe disser que, mesmo com essas referências e sendo eu de Rio Maior, ainda assim não consigo associar o que vi e li, a alguém aqui de Rio Maior?
Acredita?
Acredite, porque eu sou um péssimo fisionomista e também porque desde 1987, Rio Maior é para mim um dormitório, excepção feita aos períodos de férias, nos dias em que cá estou e aos períodos nocturnos, após o meu trabalho.
Censura política?
Que perfeito disparate…
Lamento dizer-lhe, mas essa afirmação é nitidamente um querer criar polémica onde ela não existe!
Adiante…
7) Desde que tive conhecimemto deste blogue que o acompanho diariamente, como aliás acompanho outros blogues, nos quais (especialmente num) tenho uma intervenção bastante activa.
E digo-lhe: é a primeira vez que encontro um dono do blogue com tanta falta de... senso!
E eu, com vontade de não voltar!
Primeiro que nada, uma rectificação, relativamente à propriedade do blog.
Ele não é meu, não é seu e nem tão pouco de nenhum dos colaboradores que estão relacionados na sua página inicial, do lado esquerdo.
Eu apenas o criei e, desde que tal coisa aconteceu, tenho sido, como já se terá apercebido, quem mais contribui na sua construção, dedicando tempo do meu, em prol daquilo que eu continuo a considerar uma boa iniciativa.
Devo dizer-lhe que além do tempo, tenho gasto dinheiro, em despesas associadas a electricidade, Internet e contactos telefónicos.
E estou a dizer-lhe isto, a si e a outros que eventualmente me leiam, não por chorar, quer tempo, quer dinheiro gastos, mas sim para que perceba que este tempo que estou a gastar consigo, neste tipo de assuntos, esse sim, é que considero mal gasto.
Aliás, muito mal gasto…
Continuando a responder-lhe e agora relativamente à questão da falta de senso, penso que se essa sua afirmação ainda tem a ver com o “MD”, estamos mais do que falados…
Sabe como é, a educação não se compra, ou a temos, OU NÃO…
Quanto à sua vontade, apenas lhe posso dizer que só faz falta quem está!
8) Vamos lá ver se o Sr. Sapatilhas tem coragem de publicar este meu comentário (ou deixá-lo publicado).
Aceda a http://nososdodesporto.blogspot.com/.
Está aí a resposta!
9) Eu, da minha parte, estou-me borrifando que o Sr. Sapatilhas me fique odiando. Mais um, menos um..., e aqui já vão dois!
Essa é uma palavra muito forte, não concorda?
Porque é que o deveria fazer?
Penso que nunca me prejudicou, fosse a que nível fosse, como tal…
O quê, por este seu comentário, que entretanto está por demais desmistificado, não só por si, mas também por quem nos lê?
Ou será que o seu problema, ao assumir este comentário, tem a ver com experiências menos boas nos outros blogs que diz frequentar?
Se assim é, acredite que lamento, não deixando de lhe aconselhar um especialista em traumas desse género, pois imagino que tais problemas só sejam resolvidos com tratamento.
Talvez que até consiga um preço em conta, pois se me diz que aí são dois…
Agora odiá-la é que não, de forma alguma.
Acredite!
10) P.S.: Nem lhe passe por essa cabecinha que eu sou o anónimo MD. Ok?
Acredite que por esta cabecinha passam coisas bem mais produtivas e construtivas, que esse tipo de considerações.
Aliás, devo dizer-lhe que esse tipo de conjecturas e de conspirações é associado a pessoas (ou gente?) que vive com problemas, os quais já sugeri serem tratados por especialistas.
Não é, felizmente, o meu caso, por ter uma família incondicionalmente a meu lado, dois filhos de que me orgulho e um trabalho que me realiza.
Lamento que outros não tenham esse tipo de privilégios e me façam perder tempo com assuntos que disso nem têm o nome!
Como tal, garanto-lhe que não perco tempo nesses caminhos.
Com a certeza de a verdade está reposta, perante si e perante quem nos lê, despeço-me, com os meus melhores cumprimentos,
Sapatilhas
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